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sábado, 16 de fevereiro de 2013

O cão e o ladrão. Adaptador: Carlúcio Oliveira Bicudo - registro 357125 - livro 6 A


                                    
                                                                 

    
                                         O cão e o ladrão    
                                        (Adaptador: Carlúcio Bicudo - registro 357125 - livro 6A- Baseado na obra de Esopo)
              
                 Os cretenses são um povo muito festivo, que levam a sua vida de forma muito alegre. Adoram se vestir com elegância e ostentar muitas de suas jóias.
                  O povo de Creta adorava praticar exercícios físicos ao ar livre, pois acreditavam que o ar da brisa lhes daria mais vigor.
                   Tanto homens como mulheres, praticavam diversos tipos de esportes como:
corrida, desfiles, corridas de bigas, luta de gladiadores, pugilismo e muitos outros.
                   Certa noite, quando todos os cretenses saíram de suas casas para irem à arena, verem os seus gladiadores favoritos lutarem, um ladrão estava a espreitar a casa que pretendia furtar.
                  Ele já tinha tudo preparado para não ter que passar por nenhuma dificuldade enquanto penetrava na residência.
                  A casa em que o ladrão pretendia assaltar tinha um enorme cão de guarda. Mas ele já sabia, porque havia pesquisado anteriormente a casa. E tratou, logo de levar muitos pedaços de carne, no intuito de fazer o animal ficar mais dócil e ocupado, enquanto ele rouba tudo o que queria, sem que o cão pudesse latir e assim chamar a atenção de alguém.
                 Ao aproximar-se do muro, o ladrão atirou vários pedaços de carne e começou a escalar o pequeno muro.
                 Do outro lado o cão rosnava e começou a dizer:
                 − Que isso amigo! Tá pensando que vou manter a minha boca ocupada com estas migalhas de carne!  Caso você pensa assim, pode ter certeza que se enganou.
                 O ladrão ficou assustado já empoleirado sobre o muro.
                 E jogou mais pedaços de carne para o cão.
                 E o cachorro já de prontidão para atacar gritou novamente:
                 − Pensa que me engana! Está sua gentileza, só contribui para que eu ficasse ainda mais alerta. − advertiu o cão de guarda.
                 Mas o ladrão não queria se dá por vencido. Afinal! Era só um cachorro.      
                 Estava ele tentando descer do muro, quando o cão lhe deu uma abocanhada no calcanhar.
                 − Ai... Ai... Ai... Maldito cachorro!
                 E recuou insultando o cão.     
                 O cão, mais uma vez disse:
                  − O meu dono sempre ensinou, que por trás de favores que não esperamos, há sempre algum tipo de interesse para nós prejudicar. Por tanto, se pular o muro, te estraçalharei. Não irei permitir que roube nada do meu dono. Prejudicando-o!
   

           Moral da história: Atrás de toda gentileza inesperada, sempre podemos esperar por alguma má intenção.

                                            
                                               Copyright© by Carlúcio Oliveira Bicudo.
                                                              Todos os direitos reservados.
   

Um comentário:

  1. Oi Dídimo
    Lindo o seu conto, quando a oração é demais até o santo desconfia.
    Beijos
    Lua Singular

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