
O
macaco e o golfinho (baseado na obra de Esopo)
(Autor: Carlucio Oliveira Bicudo - registro 90025 - livro 6 A)
Em
certa ocasião um homem cansado da vida que levava, decidiu fazer uma viagem de
navio. Ele possuía diversos animais de estimação. Quando os animais começaram a
perceber que o seu dono, sairia para uma longa viagem. Ficaram acabrunhados...
Rodeando o patrão, como se dissesse. Por favor, me leve com o senhor. O homem,
para não se sentir sozinho durante a viagem, levou com ele o seu macaquinho de estimação, o mais serelepe, para
que assim, pudesse se distrair durante a viagem.
Ele saiu de um porto da China em direção a
Atenas, na Grécia.
Já estava viajando há dias, quando ao se
aproximar da costa Grega, o navio enfrentou uma grande tempestade, com muita
chuva e fortes ondas, que batiam violentamente no casco do navio, até que não
mais aguentando, veio a naufragar.
As pessoas apavoradas caíram na água e
começaram a nadar para tentarem chegar até as praias e assim se salvarem. O
macaquinho, também tratou de nadar como pôde, para tentar se salvar, mas já
estava sem fôlego, por causa das ondas bravias.
Um golfinho que passava pelo local, viu algo que se debatia entre as
espumas na água com braçadas desesperadas. E logo pensou que se tratava de uma
pessoa em apuros.
O golfinho mergulhou por baixo do animal e o colocou sobre suas costas e
nadou levando o pobre do animal em direção a praia. E de longe, já se avistavam
o porto de Pireu.
Neste momento, o golfinho fez uma pergunta ao
macaquinho:
─ Caro amigo, por acaso o senhor é de
Atenas?
─ Sim, sou um legitimo
ateniense. Meu pai é um homem muito influente na Grécia. - disse o macaquinho.
─ Tá certo! Então o senhor conhece o Pireu? ─ articulou o golfinho.
O macaquinho, querendo dar uma de esperto e
achando que o tal Pireu, fosse alguém muito importante, foi logo dizendo:
─ De certo, que conheço! Temos um ótimo relacionamento. Somos amigos há
muitos anos.
Ao ouvir a resposta do macaquinho, o
golfinho, percebeu que o esperto, estava tentando o enganar. Ele ficou muito
sentido e chateado, afinal, procurou ajudá-lo de bom coração.
O golfinho ficou tão azucrinado, que
decidiu mergulhar para as profundezas do mar, deixando o espertalhão a deriva novamente,
que sem saber nadar, fez o possível e impossível para sobreviver, mas, acabou
por se afogar.
Moral
da história: Não devemos mentir jamais, porque a verdade sempre aparece.
O Dídimo,
ResponderExcluirAdorei seu conto, pois quem mente é um irresponsável, pois toda mentira pode demora,r mas vem a tona e a cara do mentiroso cai por terra.
Adorei sua visita
Volte sempre
Um beijo
Lua Singular